O trabalho missionário batista entre os povos indígenas é de longa data. Da chegada do missionário Zacarias Campelo à comunidade Krahô, em 1925, à atual formação de líderes autóctones em 35 projetos ao redor do Brasil, foram muitos os desafios enfrentados. Os obstáculos passam pelas inúmeras línguas indígenas, pelas comunidades ainda não mapeadas, pela escassez de missionários e pela necessidade de uma pregação contextualizada culturalmente a cada povo.

Em meio a tantas necessidades de nosso país quanto à evangelização e mudança social, não podemos deixar de lado nem adiar o alcance daqueles que, vivendo isolados em locais de difícil acesso, nunca ouviram o evangelho de Cristo, que é supracultural e deve ser pregado a todos os povos.

É tempo de fazermos ainda mais! Movidos pela graça, iremos viabilizar a tradução da Bíblia para os idiomas indígenas, enviar mais missionários, formar líderes locais e desbravar povos ainda não alcançados.

Nosso país tem mais de 890 MIL INDÍGENAS, segundo o IBGE;

Há população indígena presente EM TODOS OS ESTADOS do país;

São 305 diferentes etnias, com 274 línguas;

Missões Nacionais atua com povos indígenas DESDE 1907;

Temos 35 PROJETOS e 31 MISSIONÁRIOS trabalhando na evangelização de povos indígenas;

Segundo o Departamento de Assuntos Indígenas (DAI) da AMTB, precisamos de mais de 500 NOVOS MISSIONÁRIOS para o trabalho entre indígenas;

202 LÍDERES para o trabalho com indígenas estão sendo treinados;

A média de morte por suicídio entre indígenas é quase 3 VEZES MAIOR do que a média nacional;

Entre o povo Potiguara (PB), 21 LÍDERES INDÍGENAS estão sendo treinados;

7 INDÍGENAS foram batizados no Projeto Wapixana, em Boa Vista (RR), durante 2017;

O Projeto Alto Solimões, em Tabatinga (AM), tem como objetivo capacitar líderes indígenas das etnias Ticuna, Mayoruna, Matis, Yágua e Cocama.

Queremos capacitar líderes indígenas para realização de ações que gerem maior dignidade humana, fortalecimento da cultura nativa e a geração de um movimento intencional de plantação de igrejas indígenas autóctones, saudáveis, autossustentadas, autoproclamadoras e autoenviadoras.